O Caminho para a Reforma da Saúde
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A reforma tem de ser estrutural para poder ser estruturante, afirmei em artigos anteriores. Como?
Reconhecendo, claramente, as funções intervenientes num Sistema de Saúde e dando a essas funções autonomia, protagonismo e total responsabilização pelas suas posições no âmbito de uma negociação permanente e horizontal. |
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O Debate para a Reforma da Saúde
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| Identificadas as quatro funções – governo, fundo financiador, prestadores e utilizadores – espera-se que, em cada uma delas haja um poderoso e competente trabalho de organização para definirem concretamente, objectivos, meios e interesses. |
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O Jogo da Saúde
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Quem entra em campo para o jogo da Saúde?
De um lado estão os prestadores; do outro lado estão os utilizadores.
Os prestadores são, no Serviço Nacional de Saúde, os hospitais do Estado e os Centros de Saúde do Estado, os médicos, enfermeiros e técnicos que trabalham para o Estado; os administradores que administram o dinheiro do Estado. Estes são a equipa dos prestadores. |
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O Médico Assistente
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| O Relatório de Recomendações ao Governo que tenho vindo a comentar, afirma que não é possível ter um bom Sistema de Saúde se este não for alicerçado numa figura de médico a que chama Médico Assistente. |
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O Parlamento e o Debate da Saúde
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Termino hoje uma série de notas sobre problemas com a reforma da saúde; melhor, com a reforma do sistema de prestação de cuidados de saúde que temos em Portugal.
Na primeira nota apelei aos leitores para que entrassem no debate, escrevendo para mim ou para o Jornal de Notícias. Tenho de confessar que não tive qualquer êxito. |
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